Especialidades CDRA

Home / Especialidades CDRA

Leia um pouco mais sobre doenças respiratórias.

Quando se fala na apneia do sono, é comum as pessoas associarem a doença com o ronco. No entanto, é preciso distinguir o significado de cada distúrbio, já que são causadas por diferentes motivos. Durante o sono, a faringe se estreita, porque o músculo fica menos elástico, flexível. O ronco ocorre quando o fluxo de ar passa pela faringe obstruída com dificuldade, causando a vibração da garganta e provocando o som familiar.

O significado de apneia é “parada respiratória”. Consequentemente, a apneia do sono acontece quando a pessoa está dormindo e sofre breves interrupções na respiração, que duram menos de dez segundos. É possível identificar o distúrbio quando o indivíduo ronca alto, fica em silêncio e depois ronca ainda mais alto, já que tenta retomar a respiração com dificuldade. Se as interrupções ocorrerem mais de cinco vezes por hora, a pessoa é diagnosticada com esta patologia.

O motivo deste distúrbio ocorrer pode variar: ela aparece com maior frequência entre os homens, mas pode também acometer as mulheres no período pós-menopausa. Nas crianças, pode acontecer por causa das amigdalas e adenoides maiores que o comum. Nos adultos, o aumento de peso é a causa mais comum, uma vez que deixa a garganta mais mole, dificultando sua abertura. E com a idade, a garganta ainda pode ficar com musculatura mais relaxada que o normal, junto com a língua.

Na maioria dos casos, os pacientes de apneia do sono não estão cientes de terem a doença. Ela é identificada por um cônjuge ou pessoas que convivem com eles. Os sintomas mais conhecidos são ronco, engasgo noturno, sonolência excessiva diurna, despertares frequentes e dificuldade de concentração.

Caso a apneia do sono não seja tratada, doenças no coração e vasos sanguíneos podem aparecer com maior frequência, já que a oscilação de parada e respiração dificulta a entrada de ar, prejudicando o índice de oxigenação no sangue e elevando batimento cardíaco e pressão arterial. Isso desencadeia maior risco de doenças como hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral. Além disso, é preciso ter maior cuidado quando a pessoa já estiver em tratamento do coração, pois a apneia do sono pode ser um agravante para o risco de morte.

Através de exame físico e a polissonografia, também conhecida como teste de registro do sono, é possível identificar a apneia do sono. A princípio, o melhor jeito de trata-la é perdendo peso e evitando bebidas alcoólicas. A chance da apneia ocorrer é maior dormindo de barriga para cima, por isso evite esta posição. Em casos mais sérios, a solução é o uso do gerador de pressão positiva contínua na via áerea (CPAP), que bombardeia ar. Para todas essas medidas, o objetivo comum é igual: manter a abertura da garganta.

Fontes:

http://www.tratamentodoronco.com/causa%20do%20ronco.html

Quais são os sintomas da Apneia do Sono?

http://www.disturbiosdosono.net/apneia-do-sono.shtml

http://www.neurologia.srv.br/apneia

https://sbpt.org.br/espaco-saude-respiratoria-apneia-do-sono/ 

 

Cuidado se você sente aperto no peito, que faz com que sinta falta de ar e tenha tosse seca e chiado na expiração: você pode ter asma. Trata-se de uma doença pulmonar crônica cujos casos são diagnosticados principalmente em crianças, contudo nada impede que adultos também sofram deste mal.

Os sintomas da asma ocorrem devido a inflamações causadas nos brônquios, que são tubos que levam ar para dentro dos pulmões. A infecção nas vias aéreas faz com que os músculos envolventes nos brônquios se contraiam, ocorrendo o que se chama broncoconstrição, o estreitamento das vias aéreas. É este problema que causa a sensação de peso no peito: o ar que precisa ser expirado fica aprisionado em decorrência da inflamação e permanece mais tempo que o necessário nos pulmões, causando a sensação de sufoco.

Os brônquios inflamados do asmático acabam causando a hiperresponsividade brônquica, que é a sensibilidade exagerada. Há uma maior reação a fatores externos, que são diferentes substâncias que podem servir como gatilhos da alergia da pessoa doente. É este incômodo maior que também provoca a contração dos músculos envoltos nos brônquios.

Sendo uma doença sem cura, é preciso lidar com a asma de maneira constante, de modo que o paciente possa viver o dia a dia normalmente – da infância à vida adulta – mantendo-o assintomático, evitando crises e sustentando um sistema respiratório mais normalizado possível. Não ter cura não é o mesmo de não ter tratamento e, sobretudo, controle. Há quem acredite que a asma não precisa ser tratada, pois sua intensidade varia para cada pessoa. Contudo, caso nada seja feito, as complicações podem levar ao quadro de óbito, já que os sintomas podem causar até mesmo a asfixia.

Deste modo, o combate à asma precisa seguir sempre duas frentes: afastando-se do risco dos fatores externos – mantendo ambiente mais livre possível de gatilhos de reação alérgica – e o uso de medicamentos próprios para o controle da doença. Na fase de crise exacerbada, o asmático precisa fazer uso de broncodilatadores, que expandem os brônquios de maneira súbita e aliviam a falta de ar. Contudo, servem apenas como medicação de alívio momentâneo. 

Por isso é necessário usar medicamentos de manutenção para combater especificamente a inflamação das vias aéreas e prevenir crises constantes, tais como anti-inflamatórios com corticoides e broncodilatadores de ação prolongada. O remédio pode ser encontrado na forma de inalatórios – também conhecidos como “bombinhas”, assim como em pó ou líquido, do tipo aerossol.

É possível levar uma vida normal, mesmo tendo asma. Apesar de não ter cura, é uma doença benigna, e depende apenas do asmático para que ela não interfira na vida. Por isso é preciso sempre estar disposto para encará-la, um dia após o outro. Além disso, é muito importante a relação do paciente com seu médico quanto a orientação e desmitificação que envolvem o tratamento da asma. Os remédios atuais para asma, sobretudo as “bombinhas” são extremamente seguros e eficazes. Estes remédios não causam dependência e sim são os principais aliados para o controle da asma. 

Estima-se que haja mais mortes causadas especificamente pelo câncer de pulmão do que a soma de óbitos causados por câncer na próstata, mama e cólon. Infelizmente seus sintomas aparecem quando já estão em estágio avançado e começando a se espalhar pelo corpo, podendo causar diversas complicações, como doenças no fígado, sistema nervoso e até coração.

O hábito de fumar é uma das principais causas para o câncer no pulmão. Entretanto, fumo passivo, inalação de poeira inorgânica, poluição excessiva e agentes químicos podem predispor a esse tipo de tumor. O diagnóstico do câncer de pulmão é suspeitado através da tomografia computadorizada de tórax, e a confirmação só é feita através da biópsia. 

O tratamento médico é abrangente e exige especialistas de diversas áreas, como pneumologistas, oncologistas, radioterapeutas e cirurgiões. São diferentes as abordagens, podendo variar entre cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Entretanto, os tratamentos podem, além de render resultados incertos, provocar diversos efeitos colaterais, como problemas gastrintestinais e infecções.

O melhor meio para se prevenir contra o câncer no pulmão é através da interrupção do tabagismo. Exames periódicos para detecção precoce estão indicados para tabagistas pesados, pois  o diagnóstico precoce da doença poupa o paciente de um tratamento complicado e dá abertura para a cura.  Para tanto, está indicado o cálculo de risco,que prediz a necessidade de realização de tomografias seriadas. 

Manter hábitos saudáveis, como alimentação regulada e atividades físicas também podem ajudar. As chances de um paciente com câncer de pulmão ter sobrevida de 5 anos variam entre 0% e 92%, a depender do estágio da doença. Apesar desses dados sombrios, o manejo do câncer de pulmão avança a passos largos, com o surgimento de diversos tratamentos que atuam a nível molecular. Para pacientes portadores de câncer de pulmão e seus familiares, recomenda-se serenidade para enfrentar a doença, sendo sempre realista e seguindo as orientações do seu médico de confiança. 

Assim como ocorre com o câncer no pulmão, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é um conjunto de doenças sem cura e de alta mortalidade que acomete com mais frequência os fumantes, apesar de também ter casos genéticos e outros relativos ao ar poluído e impregnado com produtos químicos industriais. Ao contrário da asma, que ataca crianças e recém-nascidos, ela normalmente atinge adultos com mais de quarenta anos, mas já começa a surgir casos com jovens, visto que o hábito de fumar está se tornando cada vez mais comum entre eles. 

A princípio pessoas com DPOC apresentam apenas tosse com forte concentração de muco e pigarro. Posteriormente, o indivíduo vai se tornando cada vez mais sedentário, já que passa a ter dificuldades para fazer ações costumeiras: os pulmões estão inflamados e se tornam mais estreitos, dificultando a entrada e saída do ar nos pulmões. Com isso, o paciente com DPOC passa a apresentar falta de ar para fazer suas atividades de forma progressiva. Em casos mais graves, mesmo em repouso o paciente apresenta-se cansado. 

Através da prova de função pulmonar (espirometria ou teste do sopro) é possível confirmar a presença da DPOC e, inclusive, avaliar sua gravidade. Desta forma, a prova de função pulmonar é um exame fundamental em pacientes tabagistas e/ou com sintomas respiratórios crônicos. A tomografia computadorizada ou radiografia do tórax também são importantes na avaliação de pacientes com DPOC. Estes exames podem mostrar um aumento do tamanho dos pulmões em consequência da perda de elasticidade pulmonar, assim como inflamação dos brônquios (espessamento brônquico) e áreas de destruição dos alvéolos (enfisema). Além disso, podem ser usados como rastreio de câncer de pulmão uma vez que o tabagismo também é um fator de risco para neoplasia pulmonar.  

O tratamento da DPOC consiste em retardar sua progressão. Quando diagnosticada, a primeira medida imprescindível é parar de fumar, para evitar maiores complicações, assim como fisioterapia pulmonar (reabilitação pulmonar). Dentre os medicamentos utilizados para tratar da doença estão os broncodilatadores, que conseguem amenizar a obstrução dos brônquios e aliviar a passagem de ar. Em momentos de exacerbação, que é a piora súbita dos sintomas, caracterizado pelo aumento da falta de ar, da tosse e do catarro, recomenda-se o uso de corticoides orais e antibióticos. 

Nos últimos anos, diversos avanços surgiram no tratamento da DPOC. Apesar de permanecer como uma doença incurável, novos broncodilatadores e drogas anti-inflamatórias foram desenvolvidas e mostraram-se eficazes em melhorar a função pulmonar e qualidade de vida destes pacientes. Além disso, a incorporação de hábitos de vida saudáveis como abandonar o tabagismo e realizar atividades físicas contribuem drasticamente na melhoria dos sintomas de quem tem DPOC. Desta forma, hoje em dia um paciente com DPOC consegue manter de forma muito mais eficaz sua rotina diária e com muito mais qualidade de vida. 

Também conhecida como mucoviscidose, a fibrose cística é uma doença genética. Para contraí-la, o indivíduo precisa ter os dois genes (um do pai e um da mãe) alterados. Atualmente, a identificação da doença é feita no nascimento do bebê com o teste do pezinho. Os genes defeituosos criam proteínas que induzem o corpo a produzir muco mais espesso e em maior volume que o normal. 

São três regiões afetadas: nas glândulas sudoríparas, há dificuldade da pele reabsorver cloro. O suor ocorre com mais frequência, e fica mais salgado. No caso do sistema digestivo, o pâncreas não consegue realizar digestão e aproveitamento dos nutrientes dos alimentos. A pessoa pode até ter apetite, contudo não consegue ganhar peso. Os nutrientes são desperdiçados nas fezes.

Por fim, o sistema respiratório apresenta um quadro mais grave, pois o muco no pulmão obstrui a passagem de ar pelas vias respiratórias, dificultando a respiração. A tosse com catarro é frequente, para o organismo liberar a entrada de ar. Bactérias e germes agravam o quadro quando se concentram no muco, infeccionando o pulmão, provocando casos repetidos de pneumonia e bronquite crônica, além de inflamação e perda de função pulmonar.

Apesar de não ter cura, pessoas com fibrose cística podem levar uma vida normal, realizando dieta rica em calorias e suplementação de enzimas. Inalação e fisioterapia no sistema respiratório auxiliam na limpeza de muco. Além disso, é possível praticar atividades físicas, como natação.

Segundo o pneumologista Rodrigo Abensur Athanazio, o tratamento atual da fibrose cística e o entendimento da genética propiciaram a descoberta de novos medicamentos que permitem corrigir defeitos de certas mutações. O diagnóstico de fibrose cística está longe de ser uma sentença de morte, como há muito tempo se dizia. “Novos tratamentos, acompanhamento multiprofissional regular e manejo adequado da doença vem mudando drasticamente a expectativa e qualidade de vida destes pacientes”, assegurou o médico. 

À primeira vista, a fibrose pulmonar idiopática (FPI) pode parecer complicada. No entanto, é possível analisá-la separando seus termos: Fibrose é o mesmo que cicatriz. Idiopática é uma doença que não é conhecida. Em outras palavras, a FPI é uma doença específica dos pulmões sem causa conhecida, em que há aumento de cicatrizações espessas que impedem realização de trocas gasosas, de modo a oxigenar o sangue. Ela ocorre na maioria das vezes na terceira idade, entre os sessenta e setenta anos, sejam fumantes ou não-fumantes, mas é mais comum em ex tabagistas.

Dentre os principais sintomas da FPI estão tosse seca, falta de ar progressiva, cansaço, tom de pele azulado (cianose) e resfriados mais frequentes. O avanço da FPI é lento, mas fatal: metade das pessoas com esta mazela pode viver entre dois até três anos, depois de diagnosticada. Felizmente, ela é considerada rara, aparecendo trinta casos a cada cem mil pessoas – ou 0,03% do total, chegando a cem nas pessoas com ou mais de 75 anos de idade – ou 0,1%.

Na biópsia, é necessária a presença de um padrão chamado pneumonia intersticial usual (PIU), para confirmar a presença da FPI. O modelo de PIU deve constar inflamação, fibrose intersticial e faveolamento. Contudo, é preciso eliminar possibilidades de outras doenças com mesmos sintomas, como o caso da pneumonite de hipersensibilidade na fase crônica (PHC).

Não há meios exatos de se prevenir de desenvolver a FPI. Entretanto, uma vez que o fumo está sempre associado a doenças pulmonares, evitar tal hábito pode ajudar. Mesmo assim, existe outra manifestação da doença, que é familiar: caso você tenha um parente com FPI, procure ajuda médica para avaliar sua probabilidade de desenvolvê-la.

No momento, há vários novos tratamentos sendo lançados e outros em estudo para a FPI, mesmo com sua causa desconhecida. Na maior parte dos casos, aconselha-se fazer reabilitação pulmonar, de modo a aprender a lidar com os sintomas, fazendo exercícios e alterando hábitos diários. É possível que o paciente receba oxigênio suplementar, através de uma cânula no nariz, para ajudar a manter um nível de ar considerado saudável. Em casos extremos, pode ser feito o transplante de pulmão.

Duas substâncias podem ajudar na progressão da FPI: a pirfenidona e o nintedanibe, que impedem multiplicação de células que causam a fibrose. No entanto, são de alto custo e a eficácia vem sendo avaliada. É preciso esperar para que a doença seja pesquisada e estudada de maneira aprofundada, para verificar a viabilidade do uso destes medicamentos.

Fontes:

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132006000300012

http://bkpsbpt.org.br/arquivos/COM_DPI/Fibrose_Pulmonar_Idiopatica.pdf

http://www.sbasp.org.br/imagens/jornal/POCKETBOOK%20FPI.pdf

http://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v41n5/pt_1806-3713-jbpneu-41-05-00454.pdf

http://imaxdiagnostico.com.br/artigos/pneumonia-intersticial-usual-e-fibrose-pulmonar-idiopatica/

https://drauziovarella.com.br/noticias/medicamento-para-fibriose-pulmonar-idiopatica-chega-ao-brasil/

A pneumonia é uma doença traiçoeira, pois se aproveita da baixa imunidade causada pela gripe para agravar o quadro clínico do paciente. Ela pode ser contraída através do ar por pessoas já infectadas. Em linhas gerais, é possível identificar quando a gripe vira pneumonia através do agravamento dos sintomas do paciente. Além da tosse, dor de garganta e coriza, há cansaço em excesso e a falta de ar fica mais intensa, assim como a cor do catarro. 

Em crianças e idosos, é preciso ficar alerta com sinais específicos, como respiração curta e rápida em crianças, e desordem mental, além de ficar desorientado em relação ao tempo e espaço nos idosos. Para diagnosticar a doença, podem ser usados o Raio-X, exame do catarro e do sangue, assim como a gasometria arterial.

 A pneumonia pode ser tratada em casa através de repouso e com antibióticos em tratamento que pode durar de sete e catorze dias. Em casos mais graves, a internação é a melhor medida, já que a aplicação do antibiótico nas veias causa uma reação mais rápida do organismo. 

Mudanças de hábito ajudam a evitar esta doença. Evita alimentos com glúten e lactose e praticar exercícios físicos ajudam a aliviar o estresse, fortalecendo o sistema imunológico. A higiene também inviabiliza a pneumonia, ao lavar as mãos antes de cozinhar e comer, assim como depois de ir ao banheiro, trocar fraldas e assoar o nariz.

Atualmente há vacinas que impedem a proliferação da pneumonia. Dentre elas está a VPC13, que pode ser obtida em rede privada de saúde e protege o organismo contra não só a pneumonia, como também otite média e meningite, conseguindo prevenir até 90% dos casos. Já a VPC10 pode ser encontrada também na rede pública, de forma gratuita, sob prescrição médica, com índice de evitar a doença em 70% das aplicações.

O tabagismo não é apenas o vício ao cigarro. Trata-se de uma doença, que causa dependência da nicotina, que é uma substância encontrada em diversos produtos à base de tabaco, como o próprio cigarro, charuto, cachimbo e narguilé, entre outros. 

Assim como outras drogas, como álcool e cocaína, o tabagismo provoca euforia e satisfação nos usuários. E, para manter constante o estado de agrado, acabam fumando gradativamente mais. Com isso, o fumante acaba associando o cigarro à sua rotina, sentindo necessidade de tragar em momentos que considera importantes no dia, como por exemplo junto com o cafezinho da tarde, ou em momento de estresse.

Não bastasse o vício, o tabagismo pode causar outras doenças. Isso ocorre, pois a nicotina provoca aceleração da frequência cardíaca e hipertensão arterial. Além disso, o usuário também absorve várias outras substâncias que podem prejudicar o corpo humano, podendo contrair, a longo prazo, câncer nos pulmões, na boca e outras doenças no coração (infarto) e no cérebro (derrame).

O tabagismo pode afetar inclusive pessoas que não fumam, por conta do tabagismo passivo. E pior: o fumo está com maior poder de concentração, uma vez que ela entra em contato com o ar do meio ambiente, que já está poluído com o vapor tóxico dos veículos automobilísticos e da indústria. Dessa mistura letal sai uma fumaça com o triplo de concentração de nicotina e monóxido de carbono, e até cinquenta vezes mais de substâncias cancerígenas.

Livrar-se do hábito de fumar é um processo duradouro e difícil, mas que precisa ser exercido, para ter melhor qualidade de vida. A lei antifumo (Lei 13.541 de sete de maio de 2009) já contribuiu para evitar fumantes em lugares públicos fechados, evitando casos de tabagismo passivo. Para casos individuais, é uma batalha diária: cada dia sem fumar, considere uma vitória.